Número de casos e óbitos da doença diminuiu, mas especialistas mantêm o alerta ligado; entenda
A síndrome respiratória aguda grave (SRAG) matou uma pessoa por dia na Bahia em 2025. De acordo com dados da Secretaria de Saúde do Estado da Bahia (Sesab), entre os dias 1º de janeiro e 3 de maio, foram 2.916 casos confirmados e 123 mortes. Os indicadores apontam uma redução de 37,1% no número de casos e de 60,2 % no número de óbitos, já que, no mesmo período do ano passado, 4.637 casos com 309 óbitos tinham sido registrados no estado. Mesmo com a diminuição, especialistas alertam para a necessidade de atenção com a condição grave.
Antes de tudo, a infectologista Giovanna Orrico explica que a síndrome respiratória aguda grave nada mais é do que uma condição agravada de dois tipos de doenças respiratórias: gripe (Influenza) e Covid-19. “Ela é caracterizada por uma insuficiência respiratória decorrente de um quadro infeccioso. É uma síndrome que implica no comprometimento de microvasos e micro bronquíolos respiratórios, atingindo a árvore respiratória inferior, diminuindo a oxigenação”, esclarece.
Inicialmente, o paciente começa a apresentar sintomas de coriza e obstrução nasal, dor de garganta e tosse. Depois, esse quadro evolui e acomete as vias aéreas inferiores, o que leva aos sintomas mais graves, como falta de ar, escurecimento dos lábios, dor torácica, dificuldade para falar e respirar, podendo chegar a situações mais extremas, como insuficiência respiratória – que é quando ele não consegue mais respirar sem ajuda mecânica – e afundamento das costelas, em crianças, pelo esforço feito para manter a respiração.
Fonte:www.correio24horas.com.br
Gripário do Pau Miúdo Crédito: Paula Fróes/ Arquivo CORREIO


















