É fundamental que as mães sejam acolhidas por familiares e recebam apoio profissional de psicólogos
As perdas gestacionais de Micheli Machado, 44 anos, e Tati Machado, 33, trouxeram atenção para um tema delicado: o óbito fetal intrauterino, mesmo em gestações aparentemente saudáveis. Ambas relataram que deixaram de sentir os movimentos dos bebês e procuraram atendimento médico, onde foi constatada a ausência dos batimentos cardíacos.
Embora raro, esse tipo de ocorrência pode acontecer, especialmente nas últimas semanas da gestação. De acordo com a Federação Brasileira das Associações de Ginecologia e Obstetrícia (FEBRASGO), o risco de óbito fetal em gestações a termo varia entre 1,1 e 3,2 casos a cada mil. Esse risco aumenta após as 42 semanas.
Entre os fatores que podem contribuir estão diabetes gestacional não controlada, hipertensão, restrição de crescimento fetal, gestação por fertilização in vitro e algumas trombofilias. A idade materna isolada, segundo a FEBRASGO, não é considerada um fator de risco relevante.
Fonte:www.correio24horas.com.br


















