O uso de canetas emagrecedoras tem levado a uma mudança visível no corpo, mas o impacto mais silencioso acontece na pele. Com a perda acelerada de gordura, regiões que antes tinham sustentação passam a apresentar flacidez, perda de firmeza e um aspecto “vazio”, principalmente no abdômen, nos braços, nas coxas e no rosto.
Segundo o médico Roberto Chacur (CRM-SP 124125), o corpo não está preparado para lidar com mudanças bruscas de volume. “O problema não é o medicamento, mas a velocidade com que o corpo perde gordura sem dar tempo para a pele se reorganizar”, afirma.
A gordura não é apenas um acúmulo, pois também exerce função estrutural. Quando essa camada diminui rapidamente, a pele perde suporte e não consegue se adaptar na mesma velocidade.
Esse processo está diretamente ligado ao comportamento do colágeno, principal responsável pela sustentação da pele. Com o emagrecimento acelerado, as fibras não conseguem se reorganizar de forma eficiente, o que leva à perda de elasticidade e à dificuldade de retração do tecido.
“A pele tem um limite biológico. Quando esse limite é ultrapassado, ela não volta para o lugar com a mesma qualidade”, afirma o médico.
O efeito se torna ainda mais evidente no rosto, onde a perda de gordura altera o contorno facial e pode criar um aspecto mais envelhecido. Esse movimento reforça que o impacto vai além da estética corporal e atinge diretamente a percepção de envelhecimento.
Fonte:www.tnh1.com.br



















