Suspensão temporária da comercialização e uso da substância vem após morte do empresário Henrique Chagas em São Paulo
Fachada do edifício sede da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa)
A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) proibiu temporariamente a venda, fabricação, manipulação, propaganda e comercialização de produtos à base de fenol em procedimentos de saúde ou estéticos no Brasil.
A resolução 2.384/2024, que estabelece a medida, foi publicada no Diário Oficial da União (DOU) nesta terça-feira (25) e já está em vigor.
Em nota, a agência afirma que a medida visa “zelar pela saúde e integridade física da população brasileira, uma vez que, até a presente data, não foram apresentados à Agência estudos que comprovem a eficácia e segurança do produto fenol para uso em tais procedimentos”.
Segundo a Anvisa, a resolução continuará vigente no decorrer das investigações sobre os danos associados à substância , “que vem sendo utilizada em diversos procedimentos invasivos”.
“A medida cautelar adotada pela Anvisa tem o objetivo de zelar pela saúde e integridade física da população brasileira, uma vez que, até a presente data, não foram apresentados à Agência estudos que comprovem a eficácia e segurança do produto fenol para uso em tais procedimentos”, continua.
A resolução da Anvisa foi publicada dias após o Conselho Regional de Medicina de São Paulo (Cremesp) entrar com uma ação na Justiça Federal solicitando que a venda de substâncias químicas à base de fenol fosse proibida para pessoas que não são médicas.
Fonte:saude.ig.com.br


















