Empresa afirma que proteção internacional da polilaminina segue válida até 2043 e responde a declarações sobre suposta perda de registro
A farmacêutica Cristália, responsável pela produção da polilaminina, divulgou uma nota de esclarecimento sobre a situação da patente da substância após declarações da pesquisadora Tatiana Sampaio de que o Brasil perdeu a proteção internacional da tecnologia por cortes no financiamento de estudos da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ).
No comunicado divulgado nessa quinta-feira (19/2), o laboratório informou que solicitou, em 2022, a patente nacional e em 2023, a internacional do processo de extração, purificação e polimerização da polilaminina, atualmente em testes clínicos Fase 1. As patentes em questão têm validade de 20 anos, vencendo apenas em 2042 e 2043, respectivamente.
“Trata-se de um processo complexo, que demanda alta tecnologia e que foi desenvolvido com exclusividade pelo centro de Pesquisa, Desenvolvimento & Inovação do laboratório Cristália. Além disso, a substância que está sendo utilizada nos testes clínicos é produzida em uma de nossas plantas de biotecnologia de última geração”, afirma a farmacêutica.
A empresa sustenta que os direitos de propriedade intelectual seguem válidos e que não houve perda da patente relacionada a esses pedidos. “Como todas as patentes, as relativas ao processo de extração, purificação e polimerização da polilaminina têm validade de 20 anos, vencendo em 2042 a patente nacional e em 2043 a internacional”, continua.
Fonte:www.metropoles.com



















