O principal índice da bolsa de valores subiu 0,49%, aos 134.194 pontos. Já a moeda norte-americana teve um avanço de 0,22%, cotada a R$ 4,8328.
O Ibovespa, principal índice acionário da bolsa de valores brasileira, a B3, engatou o quarto pregão consecutivo de alta nesta quarta-feira (26) e fechou aos 134 mil pontos, renovando — mais uma vez — seu recorde histórico.
Nesta semana — a última do ano e com menor volume de negócios —, o mercado ainda aguarda algumas divulgações importantes, com destaque para dados de inflação e emprego no Brasil e da atividade econômica nos Estados Unidos.
Já o dólar encerrou esta quarta-feira com valorização ante o real.
Dólar
Ao final da sessão, o dólar fechou em alta de 0,22%, cotado a R$ 4,8328. Veja mais cotações.
Na véspera, a moeda norte-americana fechou em baixa de 0,79%, cotado a R$ 4,8220, menor patamar desde 2 de agosto. Com o resultado, passou a acumular quedas de:
0,57% na semana;
1,68% no mês;
8,44% no ano.
Ibovespa
Já o Ibovespa encerrou com um avanço de 0,49%, aos 134.194 pontos, nas máximas do dia.
Na véspera, o índice fechou com alta de 0,59%, aos 133.533 pontos, maior patamar de fechamento da história. Com o resultado, passou a acumular ganhos de:
4,87% no mês;
21,69% no ano.
O que está mexendo com os mercados?
Com agenda esvaziada, a principal notícia do dia na economia ficou com o novo reajuste do salário mínimo nacional, que passará a R$ 1.412 a partir de 1º de janeiro de 2024 – R$ 92 a mais que os R$ 1.320 em vigor atualmente.
O cálculo tinha sido antecipado pelo g1 e inserido como previsão no Orçamento de 2024. Segundo o Palácio do Planalto, o presidente Luiz Inácio Lula da Silva deixou o decreto assinado antes de viajar para o recesso de fim de ano.
Não há data marcada para a publicação do documento, que pode acontecer até o próximo domingo (31). Quem recebe o salário mínimo (ou múltiplos dele) ou benefícios vinculados a esse valor, como o seguro-desemprego e o Benefício de Prestação Continuada (BPC), já recebe o total reajustado no início de fevereiro.
Além disso, o mercado segue na expectativa por um pronunciamento do ministro Fernando Haddad, que prometeu anunciar medidas para a economia em 2024 nos próximos dias. A equipe econômica do governo busca formas de aumentar a arrecadação e, assim, conseguir zerar o déficit fiscal em 2024, como está previsto no Orçamento.
Questionado por jornalistas na última terça-feira sobre quais serão, o ministro não quis adiantar. Mas disse que as propostas vão passar pela Casa Civil, pela análise do presidente, Luiz Inácio Lula da Silva, e devem ser apresentadas à população ainda este ano.
Fonte:g1.globo.com
Painel mostra variação de mercado na B3, em São Paulo. — Foto: Amanda Perobelli/Reuters


















