Fundação Hospitalar amplia acompanhamento de pacientes e organiza novas vagas conforme a demanda pelos serviços especializados em Feira de Santana.
A campanha Outubro Rosa já registra uma procura expressiva pelos serviços de saúde em Feira de Santana. Segundo a presidente da Fundação Hospitalar, Gilberte Lucas, quase 6 mil marcações já foram contabilizados nos primeiros dias de ações, considerando serviços do Centro Municipal de Prevenção ao Câncer (CMPC), CMDI da Baraúna e Ambulatório de Saúde da Mulher.
De acordo com Gilberte, a procura pelos serviços preventivos vem crescendo a cada ano e muitas pacientes retornam à rede municipal após participarem das campanhas anteriores.
“A cada ano que passa a gente vê uma demanda crescente de procura nas campanhas. Isso se torna importante porque a gente vê uma demanda grande crescendo e entende que a população vem procurando a prevenção e também a campanha”, afirmou.
A presidente da Fundação Hospitalar destacou ainda que a procura começa antes mesmo do início oficial das ações. Segundo ela, desde junho já havia pacientes entrando em contato para saber quando começariam os atendimentos do Outubro Rosa.
Atendimento não termina com a realização do exame
Um dos pontos destacados por Gilberte Lucas é a continuidade do cuidado quando um exame apresenta alguma alteração. Segundo ela, a estratégia adotada pela rede é evitar que o paciente precise retornar ao ponto inicial para conseguir dar sequência à investigação.
No caso da mamografia, por exemplo, se o resultado apresentar alteração, a equipe realiza a busca ativa e encaminha a paciente para avaliação com mastologista. Havendo indicação de biópsia, o procedimento é organizado dentro da própria estrutura especializada.
“Se aquele resultado der alterado, a nossa equipe já faz uma busca para encaminhar para o mastologista. E, quando o mastologista avalia e fala que essa paciente precisa de uma biópsia, ela gira no próprio CMPC. Então ela não precisa sair de novo da rede para estar fazendo”, explicou.
Segundo Gilberte, esse modelo busca reduzir o risco de pacientes interromperem o acompanhamento durante o processo de investigação.
“Muitas vezes essa paciente se perde. Então eu tenho que abraçar esse paciente e agendar na própria unidade”, ressaltou.
Fonte:www.deolhonacidade.net
Foto: Fátima Barndão – Arquivo


















